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Surdo, alucinado e desconectado

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Em meio às manifestações de protestos ocorridas ontem em 12 capitais e levaram mais de 200 mil pessoas às ruas, o surdo, alucinado e desconectado presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), marcou para hoje (18), às 14h, a votação do projeto de lei da cura gay.

É mais uma das várias tentativas feitas para votar a matéria, que tem parecer favorável do relator, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), também pastor.

O projeto derruba a aplicação de dispositivos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia, em vigor desde 1999, que proíbe os profissionais de participar de terapias para alterar a orientação sexual e de tratar a homossexualidade como doença. No dia 4 deste mês, houve pedido de vista coletiva do parecer do relator.

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Sobre as manifestações: Dilma diz que manifestações são "legítimas e próprias da democracia" Segundo a ministra Helena Chagas, a presidente considerou "próprio dos jovens se manifestar".

Dilma se reuniu no fim da tarde de ontem com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que passou para ela um panorama da situação. Sobre as vaias que Dilma recebeu na abertura da Copa das Confederações, Helena Chagas disse que "não tem relevância".

Pode até não ter tanta. Mas alguma tem. E é bom acender a luz amarela, para não ser nivelada por baixo.

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Em Brasília, o dia de hoje será imprevisível.

Se liga Dilma!

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A mídia é o partido da oposição.

As manchetes da mídia buscam criar um clima de crise (a palavra mais proferida pela mídia, junto com a de caos), visando desgastar a imagem do governo, artificialmente, a partir de dificuldades reais. Para aumentar a dimensão do problema, o governo revela não ter uma politica de comunicações para desmentir as diárias falácias que a mídia lança. A proximidade da campanha eleitoral aumentará a guerra no plano das comunicações. Não basta o governo governar bem. É preciso democratizar os canais de comunicação, ouvir e falar o tempo todo.

Dilma buscou uma relação de boa convivência com a mídia privada. Afirmou que preferia uma imprensa barulhenta que uma imprensa calada, como na ditadura. Fez acenos para uma convivência pacifica.
A mídia fez que aceitou, cobrando como preço o distanciamento do Lula. Quando a mídia percebeu que a ligação entre os dois é inquebrantável, retomou um clima de guerra contra ela e seu governo.

As manchetes da mídia buscam criar um clima de crise (a palavra mais proferida pela mídia, junto com a de caos), visando desgastar a imagem do governo, artificialmente, a partir de dificuldades reais.

A própria Dilma faz uma resenha dessas manipulações, recordando o caos energético, como modelo de manipulação, cujas previsões se revelaram totalmente falsas.

As manipulações em torno do suposto descontrole inflacionário. Adeptos do governo que levou a inflação no Brasil à casa dos 4 dígitos, querem aparecer como os defensores da estabilidade monetária.
Buscam igualmente passar a ideia de que não temos o governo competente que se impôs pela sua eficiência, mas uma presidenta supostamente incapaz de enfrentar os problemas do Brasil.

Para o manicômio, já!

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Dreamstime.com
Os meros e outros peixes,

Os delfins, os pinguins, os avestruzes, os ursos, os orangotangos e outros macacos, as mariposas e outros insetos, e muitos outros parentes nossos do reino animal.

Todos tem relações homossexuais, fêmea com fêmea, macho com macho, por um tempinho ou para sempre.

-Ainda bem que não pessoas: se salvaram do manicômio.

Pois até o dia 16 de maio de 1990, a homossexualidade fazia parte da lista de doenças das Organização Mundial da Saúde.

-E ainda hoje há "loucos" acreditando que ainda faz. 

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Os filhos dos Dias.

Imagem: dreamstime.com

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