Pela sociedade, mídia, Congresso Nacional e STF.
Sem demagogia e enganação.
-De acordo com as memórias escritas, divulgadas timidamente nas mídias e meios de comunicação, as campanhas presidenciais de 1994/1998 foram beneficiadas por um esquema de caixa-dois de não fazer inveja ao chamado mensalão do PT.
Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
-A CPI dos Bancos de 1996, cujo ‘Objeto Determinado’ era a investigação das denuncias foi engavetada. Disposto a controlar a crise aberta pela suspeita sobre o sistema financeiro, o presidente eleito ameaçou e "convenceu" as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos.
Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo "que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo". Com o pronunciamento da CNBB a população tomou conhecimento da existência do PROER e a sua farra.
-Em 1995 o mesmo presidente demonstrou publicamente o sério e sólido compromisso que tinha com o capital financeiro. Na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, o eminente mandatário assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa para salvar bancos.