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A nossa África é o Brasil Quilombola

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E a África Quilombola é no Brasil.


E em comemoração ao mês da Consciência Negra (novembro), a Fundação Cultural Palmares certificou 1.834 comunidades quilombolas, que representam um patrimônio cultural da sociedade brasileira.

As comunidades são majoritariamente rurais e sobreviveram por se manterem unidas ao longo de séculos a partir das suas relações históricas, com unidade territorial, ancestralidade, tradições e práticas culturais e religiosas.
Prática que nos centros urbanos é rara.

As comunidades certificadas e as 193 com território titulado têm acesso a políticas sociais, com equipes de Saúde da Família e de Saúde Bucal. Além das medidas de regularização fundiária.

Onze (11) comunidades receberão a suas declarações de interesse social e outras duas comunidades de Sergipe receberão o título definitivo do seu território. Também serão certificadas pela Fundação Cultural Palmares mais 23 comunidades do Piauí.

Para garantir o atendimento, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) receberá R$ 1,2 milhão da Secretaria de Igualdade Social (Seppir), que deverão ser usados na identificação e delimitação de terras de 3.350 famílias em 26 comunidades.

A regularização fundiária permite o acesso com maior segurança a políticas de inclusão produtiva e de infraestrutura, como o “Minha Casa, Minha Vida”, o programa Luz para Todos e investimentos em saneamento básico.

Mais espaço, mais mercado, mais igualdade

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“Apesar de ainda haver desigualdades de acesso ao emprego, os índices mostram melhoras significativas em relação a dez anos atrás".

Estudo revela que os negros ganharam mais espaço no mercado de trabalho, e que apesar de ainda haver desigualdades de acesso ao emprego, os índices mostram melhorias significativas em relação aos dez últimos anos.

Realizado pelo Dieese e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) o estudo revelou que os negros ganharam mais espaço no mercado de trabalho entre os anos de 2002 e 2011, embora continuem em posição de desigualdade. 

Para o Seade, apesar de o crescimento econômico e o consequente aumento na geração de empregos – e da última década ter beneficiado todos os trabalhadores, os negros usufruíram mais destas melhorias. “Os negros aumentaram sua participação nos serviços, que é um segmento que oferece melhores empregos, carteira assinada, rendimentos maiores e acesso aos direitos trabalhistas”. 

E agora Dr. Ophir?

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No ano passado, o Ophir Filgueiras agiu rapidamente para estancar alguns escândalos envolvendo a OAB de sua terra natal.

“Denúncias gravadas da intenção de compra de votos nas eleições para a presidência da seccional alagoana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) são levadas à Polícia Federal para abertura de inquérito; apesar de fontes ligadas ao Conselho Federal da OAB informarem que o caso está sendo acompanhado, o presidente nacional da Ordem, Ophir Filgueiras, ainda não se pronunciou formalmente sobre o caso que tem ganhado cada vez mais repercussão; diante do silêncio oficial um advogado alagoano questiona: "E agora Dr. Ophir?"

Tenho saudades do tempo em que o namoro era mais sensual e menos sexual

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As lições do Sargento

“Desde que me entendo por gente nada me atormenta”.

“O progresso não pode ser disciplinado. Mas podemos nos disciplinar em relação so progresso”.

“Tenho saudades do tempo em que o namoro era mais sensual e menos sexual”.


Nelson Sargento (RJ-1924), é compositor, cantor, pesquisador da Música Popular Brasileira, artista plástico, ator e Escritor brasileiro. Sargento é autor do “Samba Agoniza, mas não morre”. É um ícone da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira e   sargento reformado do exército brasileiro. 

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