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Agora é a vez dos povos Ciganos

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Uma coisa é certa: É um erro olharmos os ciganos como se fossem todos iguais. Não são. 
(Beth Muniz)

Foi a impressão que me ficou quando acompanhei a audiência pública. O meu relato você pode ler aqui.

O Disque 100, canal do governo federal para recebimento de denúncias de violação de direitos humanos, administrado pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República, irá receber e compartilhar com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) as reclamações das comunidades ciganas de todo o país. A partir daí, as informações serão direcionadas às autoridades para averiguação.
O canal será utilizado provisoriamente, enquanto a Seppir não implanta um serviço próprio de disque denúncia. A decisão foi tomada a partir da reunião da ministra Maria do Rosário, da SDH, com lideranças de comunidades ciganas e organizações ligadas à temática, realizada na terça-feira, dia 9/4.

Sigilo para quem, e por quê?

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Por que o ministro Cezar Peluso queria esconder os nomes?

STF voltará a divulgar nome completo de pessoas investigadas em inquéritos.
O Supremo Tribunal Federal (STF) reverteu ontem (10), por 7 votos a 4, a regra que impedia a divulgação do nome completo das partes envolvidas em inquéritos que tramitam na Corte.  A partir desta decisão os processos deixarão de aparecer somente com iniciais e poderão ser acessados por pesquisa simples no site do Supremo, com a chave por nome completo, da parte. O sigilo será mantido nos casos em que os inquéritos já vierem sob essa condição, das instâncias inferiores, ou se houver determinação posterior do ministro relator.

Peluso, o guardião da moralidade no caso do mensalão, alterou a regra geral da publicidade dos nomes, por uma decisão individual em 2010. 

A corrente pro

A explicação do porque...

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Desaparecem os desaparecidos.

Em março de 1976, nasceu a ditadura militar que desapareceu com milhares de argentinos.
Vinte anos depois, o general Jorge Rafael Videla explicou ao jornalista Guido Braslavsky:

-Não, não dava para fuzilar. Vamos pôr um número, vamos dizer cinco mil. A sociedade Argentina não teria apoiado os fuzilamentos: ontem dois em Buenos Aires, hoje seis em Córdoba, amanhã quatro em Rosário, e isso até cinco mil... Não, não seria possível. E dizer onde estão os restos?

... Mas, o que podíamos dizer? No mar, no ria da Prata, no Riachuelo? Chegou-se a pensar, na época, em divulgar as listas. 

... Mas depois pensamos: se são dados por mortos, em seguida virão as perguntas que não podem ser respondidas: quem matou, quando, onde e como...

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