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É conversando que a gente entende...

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As desigualdades sociais que ainda temos no país.

-Enquanto uns querem a total gratuidade nos transportes públicos, outros querem, simplesmente, comprar algum tipo de eletrodoméstico...
....Coisa que nunca tiveram.

-Enquanto uns estudam em universidade públicas e gratuitas...
...Outros não estudam porque tem que trabalhar... 


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Na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (18), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre o lançamento do programa Minha Casa Melhor, anunciado na última semana, com o objetivo de oferecer linha de crédito para que beneficiários do Minha Casa, Minha Vida possam comprar eletrodomésticos e móveis. Segundo Dilma, nos primeiros seis dias, 18.735 pessoas aderiram ao programa.

“Esse programa é muito importante para as famílias com renda mais baixa, que tinham e têm muita dificuldade para conseguir crédito barato no mercado. Assim, muita gente que nunca teve a chance de ter um eletrodoméstico novo agora vai poder comprar, por exemplo, a sua lavadora, o que vai melhorar a vida no dia a dia”, afirmou Dilma.

Cada usuário tem até R$ 5 mil em crédito, com juros de 5% ao ano, e prazo de 48 meses para pagar.
Agência Brasil

Surdo, alucinado e desconectado

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Em meio às manifestações de protestos ocorridas ontem em 12 capitais e levaram mais de 200 mil pessoas às ruas, o surdo, alucinado e desconectado presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), marcou para hoje (18), às 14h, a votação do projeto de lei da cura gay.

É mais uma das várias tentativas feitas para votar a matéria, que tem parecer favorável do relator, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), também pastor.

O projeto derruba a aplicação de dispositivos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia, em vigor desde 1999, que proíbe os profissionais de participar de terapias para alterar a orientação sexual e de tratar a homossexualidade como doença. No dia 4 deste mês, houve pedido de vista coletiva do parecer do relator.

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Sobre as manifestações: Dilma diz que manifestações são "legítimas e próprias da democracia" Segundo a ministra Helena Chagas, a presidente considerou "próprio dos jovens se manifestar".

Dilma se reuniu no fim da tarde de ontem com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que passou para ela um panorama da situação. Sobre as vaias que Dilma recebeu na abertura da Copa das Confederações, Helena Chagas disse que "não tem relevância".

Pode até não ter tanta. Mas alguma tem. E é bom acender a luz amarela, para não ser nivelada por baixo.

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Em Brasília, o dia de hoje será imprevisível.

Se liga Dilma!

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A mídia é o partido da oposição.

As manchetes da mídia buscam criar um clima de crise (a palavra mais proferida pela mídia, junto com a de caos), visando desgastar a imagem do governo, artificialmente, a partir de dificuldades reais. Para aumentar a dimensão do problema, o governo revela não ter uma politica de comunicações para desmentir as diárias falácias que a mídia lança. A proximidade da campanha eleitoral aumentará a guerra no plano das comunicações. Não basta o governo governar bem. É preciso democratizar os canais de comunicação, ouvir e falar o tempo todo.

Dilma buscou uma relação de boa convivência com a mídia privada. Afirmou que preferia uma imprensa barulhenta que uma imprensa calada, como na ditadura. Fez acenos para uma convivência pacifica.
A mídia fez que aceitou, cobrando como preço o distanciamento do Lula. Quando a mídia percebeu que a ligação entre os dois é inquebrantável, retomou um clima de guerra contra ela e seu governo.

As manchetes da mídia buscam criar um clima de crise (a palavra mais proferida pela mídia, junto com a de caos), visando desgastar a imagem do governo, artificialmente, a partir de dificuldades reais.

A própria Dilma faz uma resenha dessas manipulações, recordando o caos energético, como modelo de manipulação, cujas previsões se revelaram totalmente falsas.

As manipulações em torno do suposto descontrole inflacionário. Adeptos do governo que levou a inflação no Brasil à casa dos 4 dígitos, querem aparecer como os defensores da estabilidade monetária.
Buscam igualmente passar a ideia de que não temos o governo competente que se impôs pela sua eficiência, mas uma presidenta supostamente incapaz de enfrentar os problemas do Brasil.

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