“Uma coisa é certa: É um erro olharmos os ciganos como se fossem todos iguais. Não são”.
(Beth Muniz)
Conforme compromisso assumido com a querida amiga Van, participei ontem, pela manhã, de uma Audiência Pública no Senado Federal, denominada “Os assim chamados ciganos”, promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, em articulação com a Procuradoria dos Direitos do Cidadão (PFDC/MPF).
Segundo o senador Paulo Paim (PT/RS), esta, foi a Audiência Pública realizada na casa “que mais contou com a participação mais expressiva” de representantes do Executivo Federal. Estiveram presentes os Ministérios/Secretarias: Educação, Políticas de Igualdade Racial, Trabalho, Direitos Humanos (PR), Cultura, Cidades e a Academia (UNB).
Tema central
Toda a discussão girou em torno da importância da inclusão social dos povos ciganos, e sobre a necessidade, ou não, da criação do Estatuto dos Povos Ciganos, a exemplo do que já ocorre em outros seguimentos sociais.
Em resumo,
-Os Rom - com características mais urbanas, acreditam que basta o texto Constitucional.
-Os Calon – que em sua maioria vivem em acampamentos, o estatuto será um importante instrumento complementar, de inclusão social.
-Os Sinti não estavam representados.