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Flip 2024: 100 anos sem João do Rio, o cronista das ruas cariocas

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Cronista prolífico, autor de romances, ensaios, contos, peças de teatro, conferências sobre dança, moda, costumes e política. Um dos autores mais importantes do início do século XX no Rio de Janeiro: João do Rio, pseudônimo mais famoso de Paulo Barreto (1881-1921), é o autor homenageado da 22ª edição da Flip – Festa Literária Internacional de Paraty, que será celebrada de 09 a 13 de outubro. 


Negro e homossexual, escritor ficou conhecido por caminhar pela cidade, documentando grupos marginalizados da vida urbana.

Essa semana (23/6) será marcada pelo centenário da morte de Paulo Barreto, jornalista e escritor carioca também conhecido por um de seus pseudônimos, João do Rio. Popular por retratar o cotidiano do Rio de Janeiro, seu funeral foi um evento histórico: cerca de 100 mil pessoas compareceram, quase 10% da população da cidade em 1921.João do Rio trabalhou a vida toda em jornais e revistas. Pioneiro como repórter, criou um estilo de texto híbrido de literatura e reportagem, ficção e realidade. “João do Rio não separou jornalismo de literatura. Sua busca por transformar o ofício em grande arte é um convite a pensarmos no fazer literário em seu campo expandido”, diz Mauro Munhoz, diretor artístico da Flip.

Foi dessa forma que ele mudou o modo de fazer jornalismo, fundando a crônica moderna. “Muito se diz que a crônica, como ela se deu no Brasil, é um gênero totalmente brasileiro. Vem um pouco da tradição do ensaio, claro, mas aqui ganhou pitadas de humor, de observação sagaz. João do Rio, como um dos pioneiros, foi além: registrou a história de uma cidade que se transformava, e não é exagero dizer que ele fez uma etnografia no início do século”, conta a curadora Ana Lima sobre o autor escolhido para a homenagem da Flip 2024.

Na sua observação das ruas e do povo, João do Rio fez coro com pensadores da passagem do século XIX ao XX que tinham a cidade como centro do pensamento, refletindo sobre o progresso, a velocidade, a formação urbana e as suas contradições. “Ele desempenhou um papel crucial ao documentar a vida urbana do Rio de Janeiro com uma perspectiva única e detalhada num momento em que a, então capital federal, se expandia de maneira desgovernada. Ainda hoje, o crescimento predatório faz parte da realidade de diversas cidades brasileiras, como Paraty. É com essa sensibilidade etnográfica, presente na literatura de João do Rio, que convidamos moradores e visitantes a estar no território que abriga a Festa”, comenta Munhoz.

O escritor, que conquistou uma vaga na Academia Brasileira de Letras aos 29 anos, era um personagem múltiplo e controverso. “João do Rio era e continua sendo uma figura contraditória. Por um lado, era fascinado por Paris, por outro, subia o morro do Rio de Janeiro com muito gosto, da mesma forma que o Rio era uma cidade dividida entre a fome de progresso e o convívio com sua formação”, aponta Ana Lima “Mas, ainda que tenha morrido famoso – seu enterro arrastou multidões –, permaneceu quase esquecido por mais de um século. A homenagem da Flip quer destacar essas contradições, justamente por ajudarem a explicar o Brasil”,  completa. 

Leitor atento e receptor das modas europeias, João do Rio foi um arguto cronista da Belle Époque carioca, narrando os salões e as recepções elegantes da alta roda – a elite que tentava se sofisticar e imitar os estrangeiros.

Ao mesmo tempo, quando deixa a redação do jornal para subir vielas, acompanhar manifestações culturais, observar de perto as habitações e os hábitos de uma cidade que se transformava vertiginosamente, João do Rio funda um modo de fazer jornalismo, numa espécie de etnografia pulsante, revelando ao leitor do jornal uma cidade que lhe era desconhecida. 

João do Rio percorreu o mundo, colecionou admiradores e desafetos. Filho de pai branco e mãe negra, abraçou as polêmicas com coragem – desde mergulhar nas religiões de matriz africana, tão populares no Rio de Janeiro, até ser o responsável pela tradução e divulgação da obra de Oscar Wilde, o que levou a especulações sobre sua sexualidade Vestia-se como um dândi, arrumando brigas, despertando gargalhadas, mas nunca passando despercebido. Vítima de um ataque cardíaco que o impediu de completar 40 anos, deixou 25 livros e mais de 2.500 textos publicados em jornais e revistas.

Curadoria

Em uma época em que a imprensa brasileira publicava principalmente crônicas de cunho literário e pessoal, Barreto foi pioneiro de um estilo de escrita que ia às ruas para documentar a vida urbana. Em livros como “A alma encantadora das ruas” (1910) e “A vida vertiginosa” (1911), ele registrou as transformações do Rio, então capital do país, durante a Belle Époque.

Ele trabalhou para diferentes periódicos, entre eles o jornal Cidade do Rio, dirigido pelo abolicionista José do Patrocínio. Também escreveu contos, peças de teatro e um romance. Em 1910, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras e, em 1920, fundou seu próprio jornal, A Pátria — menos de um ano antes de sua morte súbita por ataque cardíaco, aos 39 anos de idade.

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Sepé, presente! Luta e martírio do líder Guarani ainda evoca desafios após 268 anos

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 O Brasil de Fato RS perguntou a personalidades de diferentes matrizes a sua reflexão sobre o legado do indígena



 Chegamos a mais um 7 de fevereiro, data que demarca o martírio de Sepé Tiaraju, em 1756. Antevéspera do genocídio de Caiboaté, que selaria com sangue o fim dos Sete Povos das Missões Orientais, experiência de convívio coletivo estabelecida entre padres jesuítas e o povo Guarani, “o triunfo da humanidade”, como teria descrito Voltaire.

 Aquele desfecho colocou em contraste dois modos diferentes de ver o mundo: de um lado os indígenas catequizados, que apesar de terem consigo os preceitos do Deus cristão, manifestavam a convicção de pertença junto à terra que defendiam. No outro extremo da disputa, um exército vil, formado essencialmente por mercenários luso-espanhóis, unindo velhos inimigos em torno da ideia de que a terra é posse da mão mais forte, é propriedade de um rei e seus vassalos, cuja covardia ficou guardada na história através do famigerado Tratado de Madri.

 Há 268 anos Sepé tombava, transpassado pela lança portuguesa, rompido pela bala espanhola. Caído o homem, a lembrança de seus feitos e – principalmente – de seu ideal garantiria o papel de protagonista da história e, no imaginário popular, a mítica figura de um herói em quem se inspirar.

 O índio guarani, que se destacou como gestor em tempos de paz e como estrategista em tempos de luta, merece o justo reconhecimento como um dos grandes nomes da humanidade quando refletimos a respeito da resistência permanente dos povos contra o imperialismo. Foi lavrado pela oficialidade como Herói do estado do RS e Herói da pátria brasileira, bem como tem causa aberta no Vaticano para ter reconhecido pela igreja o título que o povo lhe deu desde aquele dia: santo.

 Buscando reinterpretar sua memória e seu legado na atualidade, a reportagem do Brasil de Fato RS buscou diferentes personalidades que, de alguma forma, têm em seu cotidiano – seja pelo trabalho, estudo ou militância – alguma relação com Sepé Tiaraju enquanto personagem histórico, mártir e símbolo.

 As perguntas apresentadas a todos e todas foi a mesma: Como ecoa nos dias de hoje a história e o legado de Sepé Tiaraju? Que desafios ele nos deixa? Em todas as falas, fica explícito um elemento comum: a presença de Sepé permanece viva nas lutas do povo, ele segue sendo uma voz que ecoa mais de dois séculos e meio depois, expressando a resistência daquelas e daqueles que se colocam em luta contra todas as formas de opressão do imperialismo.

Marco da luta anticolonial

Luís Rubira, professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e autor do livro “Sepé Tiaraju e a Guerra Guaranítica”, foi a primeira pessoa com quem conversamos. “Sepé não somente opôs resistência ao inimigo estrangeiro. Após sua morte, seu nome e seus feitos ganharam vasta propagação entre os povos indígenas e também na literatura, a começar pelo livro que conta a história pelo lado do vencedor, que é O Uraguai, de Basílio da Gama, publicado em 1769”, explica.

Do Brasil de fato | Porto Alegre | 07 de fevereiro de 2024

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Leia a Reportagem completa em Brasil de Fato, aqui.

O perfil e a mente nada brilhante do PPDRJ

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Desde criança o Pobre Periférico de Direita no Rio de Janeiro - PPD tem três sonhos: Carro, casa de praia e plano de saúde.

Imagem: Feira Roubato de Acari. Foto O Globo
. O carro não precisa ser novo. Pode ser uma lata velha mesmo. Desses que só dá trabalho, preocupação e pouco prazer. Mas, não precisa pagar IPTU, Licenciamento e Seguro. Aos olhos da Comunidade é um sinal de Status social elevado, ele pensa...

. Casa de Praia: Não precisa ser grande. Desde que "acomode" umas vinte pessoas e a caixa de som para fazer barulho, muito barulho. Tem que ser na Região dos Lagos ou na Costa Verde. Pode ser na Comunidade mesmo. De preferência no sopé do morro. Fica mais próximo da Orla. 

. Plano de Saúde: Não precisa ser aquele Top. Serve aquele que cobre quase nada mas dá moral frente aos "Mano" da turma. É que o SUS não serve para a nada. É coisa de pobre. Claro: O PPD não se acha pobre. É empreendedor. Se acha diferenciado! Outro patamar!

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  O PPD não paga INSS. Ele tem certeza que vai se aposentar mesmo que não tenha contribuído um dia sequer, para fazer jus ao benefício. Acha que é um direito seu. No transporte público, não respeita os assentos preferenciais e até finge que está dormindo para não ceder o lugar.

  Não perde a oportunidade de falar mal de político: São todos corruptos. Acredita que vender nos trenes, nos ônibus e nas ruas mercadoria furto de carga roubada, não tem problema, já que ele apenas as vende. E quando está vendendo, faz questão de dizer a origem do roubo sem cerimônia nenhuma. sem se importar se vidas foram ceifadas na hora do assalto. Afinal, ele não participou do episódio: Apenas vende.

  Adora ter um Pet para exibir e demonstrar que tem amor pelos animais. Mas, se tiver que escolher entre a cerveja, o cigarro, a camisa amarela da CBF e a ração, não tem dúvidas: joga o bichinho na rua sem o mínimo remorso.

  Faz GATO nas redes elétrica e de água. Mas, fica puto da vida quando falta energia ou água na casa. E se tiver emissora de TV fazendo matéria sobre o assunto, é o primeiro a se posicionar na frente da câmera e fazer um baita discurso cidadão. Se acha o próprio.

  Insiste em afirmar que defende o meio ambiente, mas não cuida do meio ambiente perto do seu meio. Joga lixo na rua. Entope bueiros. Come no trem e no ônibus e faz questão de jogar as embalagens pela janela, mesmo tendo lixeira no coletivo. Isso quando não deixa o lixo em cima do banco mesmo. Se você desejar se sentar, que limpe! 

  Quando chove e tem desastre ambiental, se acha um injustiçado por morar em área de risco e encostas. Contudo, despreza as reuniões organizadas pelos moradores para reivindicar melhorias e/ou remoções. Para o PPD, Associação de Moradores de Moradores e Sindicatos  é coisa do PT e Comunistas. Não é de Deus. Amém!

  É preto, mas não se reconhece como tal. Adora gente branca e rica.  Detesta o Brasil e a África. Sonha ir para os States, mesmo que tenha que limpar privadas e viver clandestinamente. Ser clandestino nos USA deve ser massa, pensa ele. Mas, quando a coisa aperta lá fora, não hesita em pedir socorro ao Governo. Afinal, é brasileiro, enche os pulmões para dizer isso.

  Não sabe onde fica, nunca foi, só ouviu falar. Mas gosta de repetir que Cuba é uma Ditadura de esquerda. Só Posso concluir que esse pensamento faz parte do "efeito Caviar ideológico”, plantada há décadas pela hegemonia global liberal de direita. E é claro, que ele acredita piamente no Tio Sam. Só não sabe que o Sistema Eleitoral cubano é uma cópia fiel à dos americanos, implantado em Cuba, pelos invasores americanos, antes da histórica tentativa de invasão frustrada da Baía dos Porcos, empreendida em abril de 1961 por um grupo paramilitar de exilados cubanos anticastristas. Que o grupo fora treinado e dirigido pela CIA, com apoio das Forças Armadas dos Estados Unidos.

  Detesta pessoas LGBTQIAPN+, a Igreja Católica, as religiões de matizes africanas e pessoas em situação de rua. Tudo coisa do demo. É fã do Clã Bolsonaro, da Milícia, de Edir Macedo e Malafaia. Defende a Ditadura Militar, mesmo que não saiba nada sobre esse período obscuro. Mas, defende assim mesmo. 

  Acredita fielmente que os militares eram honestíssimos. Que só queriam salvar o país do comunismo. Forçado pela mãe ou avó, anda com a Bíblia embaixo do braço para demonstrar que é bom Cristão e repete: “Conhecereis a Verdade e a verdade vós libertará”.

  Odeia com todas as forças os Programas Sociais implantado pelo governo Lula, mas não abre mão de receber todos. Se deixarem, não hesita em fraudar os dados para acumular o recebimento com os que são concedidos pelos Estados e Munícipios, mesmo que isso seja irregular. Por ideologia - que nem sabe o que significa -, continua, por convicção, VOTANDO NA DIRETA.

  Demonstra aversão à Gay, mas no Carnaval se veste de Coelhinha da Playboy e extravasa toda a energia enrustida que o sufoca o ano inteiro. Disfarça bem para que ninguém veja o seu verdadeiro EU. Vai no modo de "Deixa a vida me levar..." A mulher desconfia e pensa: deixa quieto, pra que arrumar confusão... melhor assim!

  Não sente empatia pelo próximo, mesmo que esse próximo esteja bem próximo. Se alguém na rua lhe pede uma ajuda, ele grita: Saí fora! Vai trabalhar vagabundo, quando ele mesmo não quer saber disso. Dá porrada na mulher e espanca os filhos. Surrupia a aposentadoria da mãe ou do pai. Vive na mão dos agiotas para manter o status, que acredita que tem. Quando não paga, a única opção que tem é: ou paga, ou some do mapa.

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 Se você acha que o que escrevo aqui é fruto da minha capacidade inventiva, afirmo que não. 

É fruto sim, das minhas Escutas e Observações,  nas ruas, nos trens, nos ônibus, nos BRT’s e VLT”s, durante as minhas andanças pelas periferias - Capital e Baixada Fluminense-, do Rio de Janeiro.

EXCLUSIVO: CONHEÇA OS CABEÇAS DA BANCADA DA BALA

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Contando com mais de 240 deputados e ampla capilaridade nos principais partidos da Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar da Segurança Pública, conhecida como bancada da bala, é uma das maiores do Congresso Nacional. O grupo conta com uma sólida estrutura interna, organizada em coordenações regionais e institucionais. Nesse sistema, alguns membros-chave têm mais influência sobre as decisões internas do bloco. 


Ao todo, 47 deputados formam o corpo organizacional da bancada da bala. O PL, principal partido da oposição, é majoritário. Alguns dos parlamentares, porém, são mais ativos nos debates na Câmara, com ênfase na Comissão de Segurança Pública, ambiente onde a frente parlamentar exerce maior influência.

Levantamento exclusivo do Awire, projeto do Congresso em Foco sobre segurança pública no Legislativo, mostra quais são os quadros mais influentes da bancada da bala nas duas Casas.

Nem todos os integrantes da frente conseguem transformar atividade intensa em influência. Pelo contrário: o perfil afrontoso de grande parte dos membros da bancada da bala chegou, em alguns momentos, a comprometer o próprio andamento de suas próprias atividades. É o caso, por exemplo, da recusa por parte do ex-ministro da Justiça Flávio Dino a comparecer em uma das audiências para as quais foi convocado.

Veja quem são os principais líderes da bancada pró-armas na Câmara:

Sanderson (PL-RS)

Alberto Fraga (PL-DF)

Paulo Bilynskyj (PL-SP)

Marcos Pollon (PL-MS)

Capitão Augusto (PL-SP)

Caroline de Toni (PL-SC)

Ismael Alexandrino (PSD-GO)

Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Magno Malta (PL-ES)

Leia mais no site do Congresso em Foco

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LUCAS NEIVA

PROJETO AWIRE 

Em 07.02.2024

Mas afinal, o que é o tecnossocialismo?

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"Estamos vivendo em uma era de rápida evolução tecnológica, onde a interseção entre tecnologia e sociedade está redefinindo nossa forma de viver e interagir com o mundo ao nosso redor.

Neste contexto, o futurista australiano Brett King trouxe à tona o conceito de "tecnossocialismo". Em seu livro mais recente, "The Rise of Technosocialism” (“A Ascensão do Tecnossocialismo”, em tradução livre), Brett King explora como a tecnologia, a inteligência artificial e as mudanças climáticas podem desempenhar um papel fundamental na construção de uma nova ordem mundial.

Mas afinal, o que é o tecnossocialismo?

Em essência, esse conceito desafia os paradigmas tradicionais do capitalismo, propondo uma sociedade na qual a tecnologia e os avanços sociais se entrelaçam para criar um ambiente mais igualitário e sustentável.

No livro, King analisa como a tecnologia está cada vez mais democratizando o acesso a recursos e oportunidades, ao mesmo tempo em que coloca em pauta questões cruciais, como a desigualdade social e as mudanças climáticas. Ele argumenta que a combinação desses fatores pode levar a uma transformação radical no nosso modo de viver e trabalhar.

Ao explorar o tecnossocialismo, mergulhamos em um debate profundo sobre como a tecnologia pode ser empregada para o benefício de todos, permitindo uma sociedade mais justa e consciente.

Para abordar esse assunto mais a fundo, no dia 27 de julho, quinta-feira às 20h (horário de Brasília), teremos nossa aula inédita e online “A Revolução da Inteligência Artificial” com Brett King, autor best-seller global."

Você vai descobrir como se preparar para os impactos gigantescos e definitivos das novas tecnologias.

Esteja presente, não haverá replay!

Um abraço.

AULA ONLINE ABERTA 

Instituto Conhecimento Liberta - ICL



A Cor tem Defeito?

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Fascinante história de uma africana idosa, cega e à beira da morte, que viaja da África para o Brasil em busca do filho perdido há décadas. Ao longo da travessia, ela vai contando sua vida, marcada por mortes, estupros, violência e escravidão. Inserido em um contexto histórico importante na formação do povo brasileiro e narrado de uma maneira original e pungente, na qual os fatos históricos estão imersos no cotidiano e na vida dos personagens. Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, é um belo romance histórico, de leitura voraz, que prende a atenção do leitor da primeira à última página. Uma saga brasileira que poderia ser comparada ao clássico norte-americano sobre a escravidão, Raízes.


Imagem: Amazon.com.br


Vencedor do prestigioso Prêmio Casa de las Américas e incluído na lista da Folha de S.Paulo como o sétimo entre 200 livros mais importantes para entender o Brasil em seus 200 anos de independência, Um defeito de cor conta a saga de Kehinde, mulher negra que, aos oito anos, é sequestrada no Reino do Daomé, atual Benin, e trazida para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

No livro, Kehinde narra em detalhes a sua captura, a vida como escravizada, os seus amores, as desilusões, os sofrimentos, as viagens em busca de um de seus filhos e de sua religiosidade. Além disso, mostra como conseguiu a sua carta de alforria e, na volta para a África, tornou-se uma empresária bem-sucedida, apesar de todos os percalços e aventuras pelos quais passou. A personagem foi inspirada em Luísa Mahin, que teria sido mãe do poeta Luís Gama e participado da célebre Revolta dos Malês, movimento liderado por escravizados muçulmanos a favor da Abolição.

E a Portela  vai embarcar nos Porões dessa Viagem em 2024, para mostrar quem de fato tem defeito.

Para o carnaval de 2024, o sonho da GRES Portela está baseado no principal fator simbólico que dá consistência para ela ser o que é e chegar onde chegou: O Afeto. Ancestralidade cultuada no sagrado feminino, no terreiro da mãe de todas as outras que vieram depois, a Iyá centenária.

Brasileiro: nem pacífico, nem bonzinho

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As afirmações de que o Brasil é um país pacífico e o seu Povo é bonzinho, não passa de uma grande mentira, finalmente revelada nos últimos 4 anos.

Essas afirmações foram cunhadas pela Ditadura Militar e reverberadas pela Mídia Corporativa para suas sobrevivências e, a consequente alienação da população. Relembremos:

Um País, em que em nome da estabilidade democrática comete crime hediondo contra o seu povo, assassinando e torturando os opositores na Ditadura Militar, inclusive jogando seus corpos no Mar, não pode se dizer pacífico.

Que pratica o feminicídio historicamente, mas que só recentemente foi enxergado, tipificado criminalmente e admitido por parte da população, de maioria masculina e branca. Que comete massacre policial de população em situação de rua. Que massacra pela força do aparato policial do Estado, a população encarcerada, fazendo justissimamente direto, sem observar o Estado de Direito Democrático e a Constituição da República, não pode ser considerado um país pacífico.

Onde as Forças Repressivas do Estado, primeiro acusa e mata para depois investigar. Onde o sistema judiciário é em grande escala corrupto e não protege a população mais vulnerável, que quase sempre perde as suas crianças para as balas que sabemos, não são perdidas, e tem direção certa.

Um País importador de armas, em que o Exército Brasileiro não exerce a sua função de controle de armamentos, e, permite assim, que essas sirvam tão somente para armar o crime organizado e os supostos atiradores esportivos dos não fiscalizados clubes de tiros, não pode ser considerado um país pacífico. Um País em que as forças policiais são dominadas por diversos grupos milicianos, que além de matar e sufocar as populações periféricas, as explora financeiramente, subjugando-as pelo terro e o medo.

Um país onde não se enxerga o limite entre o que deveria ser uma atividade institucional baseada na legalidade e o aparentemente legal, nas atividades dos governos e dos legislativos, não deve jamais ser agraciado com a cunha de um país legal para se viver. Isso não tem nada de Legal e legítimo, mesmo que alguns ache isso legal.

Um país que trata de forma branda os assassinos que calam vozes que denunciam a omissão do Estado, sejam líderes políticos, jornalistas, padres, freiras, membros de ONG’s, os defensores das Florestas e do Meio Ambiente, que nos protege contra o crime organizado e o tráfico de armas, de madeira e peixes na Amazônia, Pará e Região centro Oeste, jamais será um país pacífico.

Em um país onde ser mulher, mulher negra, gay, LGBTQIA+, preto e periférico é ser simplesmente nada, é um pais que não existe em sua plenitude, mas apenas, na imaginação daqueles que não se enxergam vivendo em um país que deve ser de todos os brasileiros.

Nas últimas cinco décadas, o Brasil se tornou um país muito estranho. Resquício das Ditaduras Militares no Continente Americano do Sul. Sim, somo americanos. Só que do Sul. Desse caldo de máquina de moer gente herdamos a hipocrisia política institucional, um aparata repressivo do Estado militar, uma cultura de acomodação de pensamento, de aversão à militância e a associação política e, a ideia de que precisamos sempre de um Messias que nos leve ao Paraíso, nem que para isso, tenhamos que mandar muita gente para o inferno.

Isso sem falar da sua incapacidade de reconhecer a própria história, preferimos a história contada pela visão dos opressores europeus, brancos, ricos e de olhos azuis. É mais legal né? mesmo que seja ILEGAL historicamente falando.


Nesse sentido, por mais que me custe, admito que o terrorista de direita chamado Bolsonaro, nesse final de governo que nunca existiu, nos anos 80, foi acusado de planejar atentados terroristas a quartéis e a explosão da adutora do Guandu, que abastece de água parte da cidade do Rio. Sua pregação sobre o uso de violência armada para atingir objetivos políticos parece ser método seguido pelos supostos patriotas, nos deixa definitivamente um único legado:  

- Pôs fim de uma vez por todas à tese de que o Brasil é um país pacífico e que o brasileiro é bonzinho.

Não é. Pelos menos a metade da população não o é. A outra parte, felizmente resiste, na esperança de dias melhores.

Por enquanto, a ESPERANÇA venceu o ÓDIO.

Sigamos...

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Koo - @beth2P3BBB
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Malditos sejam os Pecadores

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Filosofando... 

No idioma aramaico , que Jesus e seus apóstolos falavam, uma mesma palavra significava dívida e pecado.

Dois milênios depois, os pobres do mundo sabem que a dívida é um pecado que não tem expiação.

Quanto mais você paga, mais você deve; e no Inferno está está à sua espera o castigo dos credores.

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(Eduardo Galeano, no livro Os Filhos dos Dias, Pág. 236)


Mais Galeno:

E os dias se puseram a andar.
E eles, os dias, nos fizeram.
E assim fomos nascidos nós,
os filhos dos dias,
os averiguadores,
os buscadores da vida.


A CPI da cruzada contra crianças vítimas de estupro

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Por Portal Catarinas

O Catarinas reforça o seu compromisso com a defesa dos direitos fundamentais da menina violada e de todas as crianças vítimas de estupro de vulnerável: todas elas são ameaçadas e perseguidas por esta CPI.



52.797 mil mulheres foram vítimas de estupro no Brasil somente em 2021, 71,7% delas (37.872) meninas e adolescentes com idades de até 14 anos. Mas de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, os casos que chegam às autoridades representam apenas 10% do total. Meninas e mulheres se calam, e não é por mero acaso que elas temem denunciar as violações e reivindicar justiça. O descrédito e o julgamento social sofridos por vítimas de estupro é permanente e documentado. Um exemplo recente e cruel é o requerimento para instauração da “CPI do Aborto”, subscrita por metade do parlamento catarinense para apurar, entre outras questões, se o aborto legal garantido a uma menina de 11 anos, vítima de sistemática violação, foi “realizado ilegalmente sob a falsa comunicação de crime”. 

Assinado por 21 deputados e deputadas, o requerimento que pede a instauração de inquérito parlamentar também busca apurar se o procedimento “foi realizado legalmente ou se houve cometimento de crime”, como se o aborto não fosse um direito das vítimas em casos de estupro e risco à vida. Os alvos do pedido são a defensora da menina, a equipe médica que realizou o procedimento e as jornalistas que tornaram público o modo como o caso foi tratado por agentes do sistema de justiça. Sabemos, no entanto, que também são alvo todas as meninas e mulheres vítimas de violência que têm direito ao aborto legal. 

O aborto em caso de estupro e em caso de risco à vida da gestante é um direito garantido pelo Código Penal de 1940, em seu artigo 128. A gravidez de todas as crianças e adolescentes de até 14 anos é sempre considerada por lei resultado de uma violência sexual, além de representar um grande risco a suas vidas. Porém, a falta de informação sobre o direito, o tabu, o estigma e a criminalização, fazem com que a maior parte das vítimas que engravidam não acesse o procedimento. 

Para se ter ideia do contingente dessa população a quem é negado o direito, cerca de 26 mil nascidos vivos são gerados ao ano por pessoas de até 14 anos. Todas essas meninas e adolescentes teriam direito ao procedimento legal, mas em 2021, somente 131 delas o acessaram legalmente em ambiente hospitalar. Estamos falando de um grupo social que tem seus direitos violados por uma lógica capitaneada por grupos políticos que buscam no controle dos corpos das meninas e mulheres uma razão para justificar sua própria manutenção no poder a saltos longos por cima das nossas existências.

Novamente: mais de 70% das vítimas de estupro no Brasil são crianças e não há como negar sua condição de vítimas, a maioria violada por pais, padrastos ou pessoas muito próximas, como no caso da menina de Santa Catarina. E independentemente da idade do violador, são sempre vítimas de estupro de vulnerável (art. 217 do Código Penal), sendo-lhes garantido por lei que não carreguem o peso de uma gravidez incompreendida e indesejada. 

Em tempos de intensificação da misoginia e do machismo, como os que vivemos, as violências são esgarçadas ao máximo. É o que vemos na tentativa de fazer da criança estuprada e engravidada mais uma a dissimular sobre violência sexual. Ora, no que consiste uma CPI que apura a realização do aborto legal da menina que engravidou aos 10 anos, do que deslegitimação e desprezo ao direito da vítima de estupro de vulnerável?

Para os grupos que acolhem a desinformação, a gravidez de uma menina que engravidou aos 10 anos pode não ter sido resultado de violência, diferentemente do entendimento do Código Penal e da própria Constituição brasileira, em sua proteção ao direito fundamental à dignidade humana. Nem mesmo a juíza e a promotora que atuaram de modo controverso no caso e por isso hoje respondem a processos disciplinares, usaram do argumento de que a menina não havia sofrido violência para lhe negar o direito ao aborto legal. Justamente o contrário: promotora e juíza abrigaram compulsoriamente a menina porque acolheram o fato incontestável da violência — o que depois se transformou em medida para que ela não acessasse o aborto legal. Se há consenso entre juíza, promotora e sociedade brasileira em seu contrato social — seja na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente ou mesmo no Código Penal —, é de que a menina foi vítima de violência. A idade do alegado violador vai dizer sobre sua responsabilização como infrator, mas nada diz sobre descaracterizar a violência.

A desinformação que se seguiu com a repercussão da reportagem que fizemos em parceria com o Intercept, não por acaso, favorece quem a fomenta: o bolsonarismo. Quem não leu a reportagem e só se informa pelo gabinete do ódio, tem orquestrado que vítima e autor mantinham um namoro, enquanto os autos do processo, conforme reportamos, dão conta de que a família não sabia da violência, como é comum em casos de violação sexual infantil. A absurda tese de fraude ganhou coro no espetáculo de misoginia promovido na audiência do Ministério da Saúde sobre a guia do aborto, em vozes que reiteraram laços entre vítima e autor, nomeando-os de “namoradinhos”. 

É aí que entra em cena a deputada Ana Caroline Campagnolo (ex-PSL, atual PL) com seu requerimento respaldado pela desinformação previamente azeitada de que uma criança de 10 anos pode ter tido uma relação sexual que não fosse resultado de violência. Se a despeito da lei e do que consensuamos enquanto sociedade, afirmarmos que a gravidez não resultou de violação sexual, isso quer dizer que uma criança de 10 anos sabia o que estava fazendo, ou seja, tinha maturidade suficiente para uma relação afetivo-sexual prazerosa e saudável? E mais, sabia essa menina que o ato sexual levaria a uma gravidez? E se assim soubesse, deveria ser obrigada a mantê-la até o fim, arriscando sua própria vida? As respostas podem indicar que para alguns é trivial uma criança engravidar aos 10 anos de um “namoradinho” e manter a gestação contra a sua vontade, colocando em risco sua vida, para atender à demandante fila de adoção. 

COMEÇOU: VOTE AGORA NO PRÊMIO CONGRESSO EM FOCO 2022

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Vote para eleger uma bancada progressista e, para varrer o que há de pior na política institucional brasileira no Congresso Nacional.

- Vote nos parlamentares que sempre defenderam a Vida, a Educação, a Saúde, a Cultura, a Amazônia, o Meio Ambiente.

- Vote contra o Fundamentalismo Religioso, a Homofobia, o Feminicídio e por um País sem Fome e Miséria.

- Vote contra a Quadrilha civil e Militar instalada no Palácio do Planalto, na Câmara e no Senado. 

- Vote contra o Centrão de Arthur Lira e Pacheco.

- Vote para ajudar a eleger a maior Bancada Progressista já vista, que ajudará Lula a consertar o estrago que a a Quadrilha Miliciana deixará como herança.

Você já pode votar na premiação mais importante da política brasileira. Começou nesta sexta-feira (1º) e vai até o próximo dia 31 a votação do Prêmio Congresso em Foco 2022. Entre na página de votação e aponte aqueles parlamentares que, em sua avaliação, melhor representam a população. Também serão premiados os congressistas mais bem avaliados por jornalistas e por um júri especializado.

Além das categorias gerais – Melhores na Câmara e Melhores no Senado -, há três categorias especiais: Defesa da Educação, promovida pelo Todos pela Educação; Clima e Sustentabilidade, concedida pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS); e Defesa da Liberdade no Transporte, oferecida pela Buser. Os vencedores da 15ª edição do prêmio serão conhecidos em 25 de agosto. 


NÃO VOTE NOS SEGUINTES PARTIDOS:
👇👇👇👇👇

PSL, PP, PSD, PR, PRB, DEM, SD, PODE, PTB, PSC, PROS, NOVO, PHS, PATRIOTA, PRP, PMN, DC, e PPL.

Como votar

Antes de votar, você precisará se cadastrar por email. A votação também exigirá a confirmação do seu endereço eletrônico. Caso o e-mail de confirmação de cadastro não esteja em sua caixa de entrada, verifique também a caixa de spam ou promoções. Quando a mensagem de confirmação chegar, clique no botão “Completar Cadastro” e insira o código numérico de seis dígitos enviados pelo e-mail.

Clique Aqui para votar https://premio.congressoemfoco.com.br/

Fonte das informações: Congresso e Foco 

Opiniões: Beth Muniz

Parlamentares que disputarão o Prêmio Congresso em Foco 2022

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Vote em quem esteve ao lado do Povo. Vote contra o Negacionista. Vote contra os armamentistas. Vote contra o preconceito e todas as formas de intolerância. VOTE PELO BRASIL. VOTE PELA VIDA.

VOTE CONTRA BOLSONARO,  O CENTRÃO E SEU GADO!




"Nesses 18 anos de existência do Congresso em Foco (sim, isso tudo!), jamais deixamos de mostrar os problemas do Congresso Nacional e da política. Basta dizer que fomos o primeiro veículo do país a monitorar sistematicamente as acusações criminais contra congressistas – algo que fazemos até hoje.

Logo percebemos, porém, que o tom negativo de grande parte das matérias sobre o Legislativo, inclusive as nossas, induzia involuntariamente a sociedade a ver o Parlamento de modo algo deformado. Câmara e Senado não são casas onde "nada funciona", "ninguém presta" ou "todos são bandidos", como virou lugar comum se afirmar.

Daí a exótica ideia de um jornal digital independente premiar parlamentares. Exótica, mas vitoriosa. De ano a ano, o prêmio cresce em interesse, impacto e aceitação. Acreditamos que em 2022, quando o Prêmio Congresso em Foco chega à sua 15ª edição, não será diferente. Ao contrário. É possível que a proximidade das eleições contribua para aumentar a participação cidadã na escolha dos premiados. Sim, porque damos o prêmio, com a ajuda dos nossos apoiadores, mas o público, um júri especializado e os jornalistas encarregados da cobertura do Congresso é que escolhem os parlamentares a serem homenageados.

Fiel à vigilância que sempre tentamos fazer, excluímos da participação congressistas prejudicados por situações muito específicas, como o fato de serem condenados ou réus em processos criminais. Por isso mesmo, a lista que você verá é preliminar, de modo que eventuais equívocos por nós cometidos possam ser corrigidos. A lista final estará publicada no dia 24".

Leia mais e vsja a lista no site do Congresso em Foco

Violeta Parra e suas cinco canções mais revolucionárias

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 Os 105 anos da autora de Gracias a la Vida

Violeta Parra e suas cinco canções mais revolucionárias

Embora sua obra mais popular tenha sido "Gracias a la vida", Violeta fez outras grandes composições que se tornaram verdadeiros manifestos populares.

Violeta Parra, cantora e compositora chilena, nasceu em um dia como hoje, 4 de outubro, mas em 1917 e decidiu deixar este mundo em 5 de fevereiro de 1967. 

A artista partiu aos 50 anos, carregando a poesia de "Gracias a la vida "e outros manifestos poderosos musicados em grandes obras políticas.


Em entrevista a Violeta Parra em 1964 em Paris, França, o seguinte diálogo ocorreu entre uma jornalista suíça e a artista chilena:

- Violeta, você é um poeta, um músico, você faz serapilheira, você pinta. Se eu lhe desse para escolher apenas um desses meios de expressão, qual você escolheria, se você tivesse apenas aquele único método de expressão?

- Eu escolheria ficar com as pessoas.

- E você desistiria de tudo isso?

- São as pessoas que me motivam a fazer todas essas coisas. 

Essa conversa espontânea e transparente, ocorrida enquanto a chilena pintava um quadro, é a demonstração mais simples e genuína da paixão de 

Violeta Parra: seu povo. 

Leia mais em TeleSur 

Choro, sim. Não há razão para rir quando quem perde é o Brasil

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Ontem foi um dia triste para o Brasil. Mesmo quem ontem estava rindo, soltando fogos, ainda vai se dar conta disso –a não ser que seja cúmplice ou tenha a ganhar pessoalmente com o governo ilegítimo que hoje se instala, esperamos que interinamente.

Não há como o país ficar melhor quando o que moveu os vencedores provisórios dessa disputa foram os sentimentos mais baixos:
– o ódio
– o egoísmo
– a ganância
– o desprezo pela democracia e pelas urnas
– a cobiça
– a irresponsabilidade
– o preconceito de classe e de origem
– o racismo
– a homofobia
– o rancor
– o machismo e a misoginia
– a vingança
– a traição
– a corrupção (sim, do lado dos que diziam que lutavam contra a corrupção estão os maiores corruptos brasileiros compondo e/ou apoiando o governo golísta)
– o desamor pelo Brasil
– a truculência
– a falta de empatia com os mais pobres e necessitados
– a burrice...

Você já parou para pensar qual é o principal Objeto político de desejo de Bolsonaro?

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Bem, se levarmos em conta o seu meliante histórico, podemos afirmar que é ser um Ditador de Direita no Continente Latino Americano do Sul, já que no do Norte, o seu desejo virou pó com a derrota do Trump e a vitória do Biden. Neste caso não foi apenas o hambúrguer do filho que foi fritado, e sim ele próprio. 

Eleito sob a cortina de fumaça de combate à corrupção e da “nova” forma de fazer política sem ideologias, enganou àqueles que se deixaram enganar, por puro ódio ao Lula e ao PT. 

E foi soltando bombas verbais que se elegeu. O atual e incompetente presidente (segundo as pesquisas) além de midiático é bombástico. Isso mesmo: Gosta literalmente de Bombas.


- Em 1987, em sua edição de 25 de outubro, a revista VEJA publicou a reportagem “Pôr bombas nos quartéis, um plano na Esao [Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais]”, mostrando que Bolsonaro e outro militar, Fabio Passos tinham um plano de explodir bombas em unidades militares do Rio para pressionar o comando.

- Hoje o desejo dele quer é explodir o País.

Se prestarmos um pouquinho mais de atenção à imagem de Bolsonaro, descobriremos que ele tem o biótipo do maior Ditador da história mundial: Hitler.

Ex-cunhada implica Jair

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Gravações inéditas apontam envolvimento direto de Bolsonaro no esquema de entrega de salários de assessores


Gravações inéditas apontam o envolvimento direto do presidente da República, Jair Bolsonaro, no esquema ilegal de entrega de salários de assessores na época em que ele exerceu seguidos mandatos de deputado federal (entre os anos de 1991 e 2018).

Os áudios podem ser ouvidos no vídeo que aparece nesta reportagem.


Em três reportagens publicadas hoje na coluna da jornalista Juliana Dal Piva, o UOL mostra gravações que revelam o que era dito no círculo íntimo e familiar do presidente.


As declarações indicam que Jair Bolsonaro participava diretamente da rachadinha: nome popular para uma prática que configura o crime de peculato (mau uso de dinheiro público).


Matéria completa:

https://noticias.uol.com.br/reportagens-especiais/ex-cunhada-implica-jair-bolsonaro/#page1


 

Mito: “na época da Ditadura Militar, não tinha corrupção”

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A verdade: Os militares prometeram limpar o País. O que conseguiram fazer foi censurar notícias sobre a roubalheira.

Será que estão tentando fazer o mesmo agora, na CPI da COVI-19, plantando o Dominguetti?

*****

CORRUPÇÃO

Regimes ditatoriais favorecem a corrupção.

✅A corrupção no Brasil é um tema bastante complexo, ainda que nos últimos anos tenha se transformado numa espécie de luta dos bons contra os maus. Corrupto é sempre o outro. Mas, na verdade, mesmo sem admitir, um cidadão comum pode fazer parte da rede de corrupção se subornar um guarda, comprar o resultado de um concurso, negociar com um fiscal para escapar de alguma lei. Para existir o corrupto, é preciso existir o corruptor. Só que, nos tempos da ditadura, nem sempre era fácil identificar e punir um e outro, sobretudo quando envolvia importantes autoridades públicas.

✅Os nostálgicos da ditadura, tanto os oportunistas quanto os desavisados de hoje, gostam de dizer que “no tempo dos militares não havia corrupção”. Bem, corrupção havia, mas como também havia censura, muitos escândalos sequer chegavam aos jornais. Mas alguns foram publicados por jornais que não podiam ser acusados de “subversivos” ou “comunistas”. Alguns deles até tinham apoiado o golpe militar.

✅Na democracia, é possível saber quem corrompe e quem é corrompido, pois o sistema judiciário tem mais independência em relação ao Poder Executivo, a imprensa pode investigar livremente casos de corrupção, e o cidadão se sente mais à vontade para fazer denúncias que envolvam autoridades. Nas ditaduras, tudo isso fica mais difícil.

✅Os militares não tinham interesse em deixar vazar casos de corrupção que envolviam seus aliados ou colegas de farda, justamente para não estimular a descrença nas autoridades e no poder de Estado. Impedir a publicação de notícias sobre a corrupção era parte da estratégia de segurança nacional.

Clube de vantagens

✅Os altos funcionários não precisavam pagar aluguel da mansão no Lago Sul, contas de água, luz e telefone, conservação de piscina, criadagem, IPTU, vigilância nem despesas com o cartões corporativos

Imagem: Zuzu Angel usou a sua arte como arma para denunciar, no exterior, a ditadura militar/Instituto Zuzu Angel/Divulgação.

Leia mais na seguintes Fontes: 

1-Memórias da Ditadura

2-Superabril

3-Jornal Estado de Minas

“Porque, se não fosse a estabilidade, ele não estaria aqui sentado, com a coragem que ele tem, de denunciar isso tudo que está ocorrendo” - deputado Luis Miranda/DEM-DF, seu irmão.

E continuou: “Então, a estabilidade para o funcionário público é a garantia de que eles não possam ser coagidos, como o Onyx (Lorenzoni, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República) tentou fazer com ele, falando em até PAD (Processo Administrativo Disciplinar), e ações criminosas contra uma pessoa que só quer fazer o bem - combater a corrupção. Essa é a minha motivação, já que ele não quis falar. ”Entendeu porque precisamos defender a estabilidade do servidor público”?


*****

O que precisa ser compreendido é que a Estabilidade não é apenas para defender os servidores públicos. Mas, os Serviços Públicos e o Estado brasileiro, da sanha financeira dos políticos de plantão, mesmo daquele que se intitula o mais anticorrupção, como é o caso do atual presidente, que nada fez para estancar a tentativa de roubo do seu líder governamental.

A reforma à qual o deputado se referiu é a PEC 32/20 (Proposta de Emenda à Constituição), proposta pelo governo Bolsonaro em setembro de 2020, que trata da Reforma Administrativa.

A proposta está em discussão na Câmara dos Deputados, em comissão especial, que debate o mérito. A previsão é que a matéria seja aprovada na Casa em setembro. Depois vai à discussão no Senado.

A grosso modo, essa proposta, de um lado desregulamenta (retira) direitos e regulamenta (insere) restrições do funcionalismo público da União (federais), estaduais e municipais.

De outro, se aprovada for pelo Congresso Nacional, vai diminuir o tamanho e o papel do Estado brasileiro, deixando de prestar serviços, como por exemplo no SUSque sempre foi necessário, e felizmente e finalmente em meio a Pandemia, descoberto pela população, em particular pelos mais pobres, pois são os que mais necessitam e demandam serviços públicos no País

Então, se você tem uma "Idea" preconcebida/induzida de que “temos que acabar” com a estabilidade dos servidores públicos, está mais que na hora de rever os seus conceitos, para o seu bem, e para o bem de todos os brasileiros.

Como servidora pública sei bem como deve estar se sentindo o Luís Ricardo. E se sobrevivi no Serviço Público até agora, é porque sou concursada. 

Por defender as minhas ideias, ameaças não faltaram.

*****

Com informações do DIAP 

As mulheres no nazismo e nos dias atuais

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Eu sempre me perguntei o porquê de algumas mulheres defenderem nazistas, fascistas, psicopatas, genocidas e outros adjetivos afins? 

Descobri que por trás desse comportamento aparentemente inofensivo e glamoroso, existe um ideologia enraizada: extermínio e anulação em vida, ou com a morte, dos que pensam ou defendem causas diferentes. Traduzindo: Nazismo e Fascismo.

As minhas dúvidas iniciais foram dissipadas quando li o livro "As mulheres do Nazismo". É que a História é sempre contado pela ótica masculina e, quase sempre, é ofuscado para o bem ou para o mal, o papel das mulheres nesses acontecimentos históricos.


Infelizmente, para humanidade, nem todas as mulheres desempenham ou desempenharam o papel de boazinha. E o fazem/fizeram com orgulho e convicção. Vemos isso bem aqui pertinho, na base de apoio do governo Bolsonaro. Agem como verdadeiras arianas nas ideias e no comportamento, no Governo e no Parlamento.

Quando li livro "As mulheres do Nazismo", inicialmente fiquei muito chocada. Depois, procurei um link entre o que li e o que observo na atual política brasileira. Por isso sugiro a sua leitura.

*****

Sinopse

Consultora do Museu do Holocausto, a norte-americana Wendy Lower mostra, em As mulheres do nazismo, como uma geração de jovens alemãs - enfermeiras, professoras, secretárias, entre outras - anestesiadas pela propaganda hitlerista e movidas por um fervor nacionalista doentio enxergaram o nazismo como uma opção profissional ou quase matrimonial (alguma semelhança?)e colaboraram com o regime, sem vislumbrar os horrores que viriam depois. 

No livro, que foi finalista do National Book Award e ganhou destaque na imprensa internacional, Lower tenta decifrar o que levou tantas mulheres a se transformar em assassinas durante a Segunda Guerra Mundial, revelando uma faceta pouco conhecida do conflito.

Boa leitura.

Beth Muniz

A Peleja do Diabo Com o Dono do Céu

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 Com tanto dinheiro girando no mundo

Quem tem pede muito quem não tem pede mais

Cobiçam a terra e toda a riqueza

Do reino dos homens e dos animais

Cobiçam até a planície dos sonhos

Lugares eternos para descansar

A terra do verde que foi prometido

Até que se canse de tanto esperar

Que eu não vim de longe para me enganar

Que eu não vim de longe para me enganar

*****

Por isso, ontem fui para a rua Gritar:

#Forabolsonaro

#Maisvacinas

Veja como foi ontem, em todo o Brasil.


Não nos resta outra saída

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Senão deixar de ser prisioneiros virtuais e avançar sobre as ruas

Por que esse grito parado no ar? Parece que tudo está em suspenso: a democracia, os direitos humanos, a liberdade. Eis o teatro macabro no qual cotidianamente se desenrola a tragédia cujos atores e atrizes riem de si mesmos, enquanto a plateia, atônita, não sabe como estancar o sangue das vítimas de tantos sacrifícios ou repartir o pão para aplacar o sofrimento dos famintos.

As ruas de meu país se tornaram intransitáveis. Os carros se assemelham a feras ensandecidas, convencidas de que a estridência de suas buzinas tem o poder de abrir caminho a ferro e fogo. Nas calçadas, reduzidas a sarjetas, corpos maltrapilhos, abatidos por álcool e drogas, retratam a ontológica injustiça do sistema que nos engloba.

* Frei Betto.

Em Diálogos do Sul





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